This
was the group of M3 - PERFORMERS#2 (ERASMUS +). The last day group,
yesterday. Those who are not in the photo, and are (or even were) part
of the Project, were also with us yesterday. This was a meeting full of
processings, a place to expresse emotions (grief of losts and welcoming
"newcomers"), new techniques learning, preparing next training and to
open up what we are doing in the different countries, at different
levels. Three days of intense work. Great meeting!! _/\_ 😊
Divulgação de iniciativas e partilha de experiências de sociodrama na Educação.
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quarta-feira, 28 de agosto de 2019
PERFORMERS #2 - M3, Lisbon, 24 to 26/08/2019
Etiquetas:
Casa do Artista,
ERASMUS Plus,
FEPTO,
Hungria,
Lisboa,
PERFORMERS #2,
Reino Unido,
sociodrama na educação,
SPP,
Suécia
sábado, 13 de julho de 2019
sexta-feira, 2 de março de 2018
quinta-feira, 21 de setembro de 2017
PERFORMERS: Associação NOS e o Encontro de Budapeste (12 a 16/09)
«De 12 a 16 de setembro, a Associação Nós esteve em Budapeste, no âmbito
da sua participação no Projeto Erasmus Plus "P.E.R.F.O.R.M.E.R.S.". Este
projeto, coordenado pela Hungria e que conta com a participação de
Portugal, Grécia e Suécia tem como principal objetivo a criação de uma
rede de trabalho internacional no âmbito do sociodrama associada à
intervenção em contextos sociais com jovens em situação de risco e
perigo.(...)»
Para saber mais: AQUI.
Para saber mais: AQUI.
domingo, 17 de julho de 2016
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
«O poeta é um fingidor.»
Este foi o inspirador mote do XII Congresso da Sociedade Portuguesa de
Psicodrama, onde muito se falou do Encontro moreniano e da hipocrisia,
jogo e fingimento nas relações que estabelecemos com os outros:
AUTOPSICOGRAFIA
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas da roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama o coração.
Fernando Pessoa
AUTOPSICOGRAFIA
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas da roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama o coração.
Fernando Pessoa
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