domingo, 19 de abril de 2026

FORMAÇÃO: "Inclusão e Métodos Ativos e Criativos de Aprendizagem"

 

 

Em parceria com a PRÓ-Inclusão vamos realizar o curso "Inclusão e Métodos Ativos e Criativos de Aprendizagem" (25h)

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 29-04-2026

Fim: 24-06-2026

Regime: e-learning

Local: Zoom, Centro de Formação (CF) e MOODLE da PRÓ-Inclusão.

Preço: sócio 47.00€, não sócio 80.00€


FORMADORAS: Margarida Belchior, Luzia Mara Silva Lima Rodrigues, Léa Kellermann Pereira

DESTINATÁRIOS:
Educadores de Infância, professores do Ensino Básico, Secundário, Educação Especial, Educadores Sociais. Esta formação é aberta a todos os profissionais interessados que trabalham com grupos: educadores sociais, artistas, ativistas, líderes comunitários, assistentes sociais, psicólogos educacionais. É também uma forma de aprender a trabalhar em contextos multidisciplinares.

CRONOGRAMA:

Sessão                 Data     Horário Duração    Tipo de sessão
1.ª 29-04-2026 (Quarta-feira)    18:30 - 21:30    3:00        Síncrona
2.ª 06-05-2026 (Quarta-feira)    18:30 - 21:30    3:00        Síncrona
3.ª 13-05-2026 (Quarta-feira)    18:30 - 21:30    3:00        Síncrona
4.ª 20-05-2026 (Quarta-feira)    18:30 - 21:30    3:00        Síncrona
5.ª 27-05-2026 (Quarta-feira)    18:30 - 21:30    3:00        Síncrona
6.ª 03-06-2026 (Quarta-feira)    18:30 - 21:30    3:00        Síncrona
7.ª 17-06-2026 (Quarta-feira)    18:30 - 22:00    3:30        Síncrona
8.ª 24-06-2026 (Quarta-feira)    18:30 - 22:00    3:30        Síncrona

NOTA: Vantagens do online: apesar de estarmos todos "como se estivéssemos na mesma sala", estamos em locais físicos diferentes, espalhados pelo país, pelo mundo, em diferentes continentes. Dadas as metodologias experienciais e participativas a serem utilizadas, os formandos estar num espaço sem ruído de fundo para poderem expressar-se espontânea e livremente, sem constrangimentos, e permanecer com a câmara ligada durante a sessão. Habitualmente é feito um pequeno intervalo a meio da sessão. As sessões não serão gravadas, pelo que será possível aceder às mesmas após a sua conclusão. Pretende-se criar um ambiente seguro, de respeito e confiança entre os participantes no grupo e entre estes e as formadoras.

 

PARA SABER MAIS: https://pin.cfae.pt/formacao/#collapse349  - procure "Inclusão e Métodos Ativos e Criativos de Aprendizagem", clique no título. 


PARA SE INSCREVER: https://pin.cfae.pt/formacao/#collapse349


RELEVA:
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.

 

ACREDITAÇÃO:
 CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua; Registo de acreditação: CCPFC/ACC-121506/23

Enquadramento: A Inclusão social e educativa deve ser equacionada no quadro da legislação em vigor (Decretos-Lei n.º 55/2018 e n.º 54/2018), que por sua vez nos remetem para referentes mais amplos, o da Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948) e da Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência (2006). Muitos dos problemas com que as Escolas hoje se confrontam decorrem dos que enfrentam as sociedade ocidentais. São sobretudo a diversidade de alunos (fluxos migratórias, mas também alunos com necessidades específicas) e a respetiva diversidade cultural, associadas a situações crescentes de vulnerabilidade social, dando origem, frequentemente, ao desenvolvimento de tensões e de conflitualidade relacional entre os atores em presença. Estes são desafios que exigem dos educadores e professores formas mais criativas de os olhar e de procurar ultrapassá-los, com os seus alunos (independentemente das suas características), de modo a promover aprendizagens que se tornem significativas em todas os dimensões do seu desenvolvimento individual e social, de acordo com o Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória (2017). Pensamos que os métodos ativos e criativos de aprendizagem (inspirados no Sociodrama e na Socionomia (Moreno, 1934)), centrados grupo, podem ajudar a encontrar respostas criativas para as questões acima referidas, uma vez que visam promover a espontaneidade e a criatividade, o encontro com o Outro (O diferente) e desenvolver competências de comunicação e expressão.

 

OBJETIVOS:

- reconhecer a importância da Inclusão na Educação: fundamentos e legislação em vigor;

- aprender a usar os métodos ativos e criativos de aprendizagem para promover a Inclusão e a democracia participativa em contexto pedagógico, usando: sociometrias, jogos dramáticos, dramatizações, "role-play" e outras técnicas expressivas;

- criar e usufruir de um espaço de partilha e reflexão que favoreça a experimentação da utilização dos métodos referidos em sala de aula, tomando consciência das suas potencialidades e das suas limitações; - planear, desenhar e refletir/avaliar atividades que favoreçam a Inclusão usando as metodologias em referência;

- experienciar e refletir sobre o potencial dos grupos (grupo de formação, grupos turma, comunidade) como recursos indispensáveis para promover a Inclusão; - criar dinâmicas de formação e cooperação entre professores e educadores, enquanto participantes de um grupo (será dada prioridade a inscrições de grupo).

 

CONTEÚDOS:

Serão conteúdos desta ação de formação:

1. Inclusão social e educativa:
1.1. Fundamentos: Declaração Universal dos Direitos Humanos e Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência;
1.2 Legislação em vigor: Decretos-Lei 54/2018 e 55/2018; Perfil do Aluno à saída da Escolaridade Obrigatória;
1.3 Propostas de intervenção: a diferenciação pedagógica e flexibilidade curricular, o Design Universal para a Aprendizagem (DUA) e o "Trabalho de Projeto" (PBL - Project Based Laerning & Problem Based Learning); 
2. O que são Métodos Ativos e Criativos de Aprendizagem: 
2.1. Sociodrama, socionomia - o seu criador, a filosofia subjacente; 
2.2. Técnicas mais utilizadas: jogos sociométricos, "role-play", inversão de papéis ("andar com os sapatos do outro", jogos de papéis, o duplo, o espelho, "o reconhecimento do outro", "a cadeira vazia", "sociodrama-café", outras técnicas e potencialidades expressivas; o desenvolvimento da criatividade e da espontaneidade e "o corpo na sala de aula";
2.3. O desenvolvimento e atualização de competências sociais e comunicacionais: diferentes tipos de linguagem e de comunicação (a linguagem verbal e a linguagem não verbal);
2.4. Aprender a falar e a expressar emoções; 
2.5. O grupo como recurso: o Eu e o(s) outro(s) em interação, comunicação; 
2.6. As potencialidade da Diversidade cultural e humana; 
3. Educação para a Paz (Galtung, 2005): a resolução criativa e não violenta de conflitos e o desenvolvimento humano; 
4. Cidadania e desenvolvimento: que relação com estas temáticas; a participação democrática na sala de aula; 
5. Mais pedagogias expressivas: 
5.1. Histórias tradicionais e o seu papel na Educação: potencialidades educativas e expressivas; 
5.2. Construção de máscaras e potencialidades pedagógicas.

 

METODOLOGIAS:

Serão utilizadas metodologias teórico-práticas, em regime síncrono, baseadas especialmente nos métodos ativos e criativos de aprendizagem em estreita articulação com as temáticas acima explicitadas. Essas metodologias têm como enfoque o grupo e recorrem às potencialidades expressivas do corpo (expressão dramática), bem como a diversos objetos intermediários que podem facilitar a comunicação critiva e a expressiva de cada participante a partir de situações reais ou imaginárias. Ao longo do curso os formandos serão convidados a: - refletir por oralmente e por escrito sobre as vivências de cada uma das sessões; - realizar pequenas experiências com os seus alunos ou formandos replicando adequada e criativamente as metodologias ensaiadas; - refletir por escrito sobre as experiências realizadas com os alunos e partilhar as respetivas reflexões. Será facultada bibliografia básica sobre as temáticas explicitadas.

 

AVALIAÇÃO:

Os participantes neste curso serão avaliados pela sua participação nas sessões e pela forma como essa participação foi evoluindo ao longo deste percurso formativo. (50%  - participação nas sessões: envolvimento nas sessões, proatividade, saber ouvir e participar no grupo; incluem-se breves reflexões a solicitar sobre cada uma das sessões). No final será pedido um questionário reflexivo sobre a formação (50%), conforme estipulado pelo CF da PRÓ-Inclusão.

 

BIBLIOGRAFIA:

Belchior, M. (2021). Becoming a Sociodramatist: Sociodrama in Education. In D. Adderley, M. Belchior, Á. Blasko, J. Damjanov, K. Galgoczi, M. Maciel, J. Teszary, M. Werner, M. Westberg (2021). Sociodrama: The Art and Science of Social Change. PERFORMERS Project (ERASMUS +). L’Harmattan, 266-286

Lima-Rodrigues, L., & Belchior, M. (2022). Aprendizagem baseada na Ação: (trans)formação de professores para a inclusão. In A. P. Pereira, M. Loureiro, E. de, H. Reis, & R. C. Rodriguez (Eds.), Atas Congresso Luso Brasileiro de Educação Inclusiva (pp. 184–-187). https://conlubra2022.weebly.com/uploads/1/6/4/6/16461788/atas_conlubra_vers%C3%A3o_final.pdf

OCDE. (2022). Review of Inclusive Education in Portugal (pp. 1–268). https://read.oecd-ilibrary.org/education/review-of-inclusive-education-in-portugal_a9c95902-en#page9

Pereira, L. K. (2021). Consolidação - PERFORMERS 2 (2018-2021). In M. Belchior, A. Alves, L. Kellermann, and S. Beirão, Sociodrama na Construção de uma Parceria (pp. 43–64). http://sociodramanetwork.com/sociodrama-in-institutions/sociodrama-in-youth-and-family-care-services-portugal/

UNESCO. (2019). Manual para garantir inclusão e equidade na educação (UNESCO, Ed.). https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000370508

 

 














































COMO FOI ONTEM? - LA SILLA VACIA, ¿Qué sienten los niños frente a la guerra?

¿Qué sienten los NIÑOS frente a la GUERRA? Efectos y consecuencias de la guerra en las generaciones futuras Esta reunión del 17 de abril de 2026 de LA SILLA VACÍA se centró en la preocupación por la situación mundial de guerra y su impacto en los niños, organizada por Marcelo Choclin con cuatro especialistas internacionales en psicodrama y educación: Margarida Belchior de Portugal, Gigi Dotti de Italia, Miriam Zacaríah de Canadá, y Valeria De Marchi de Italia. En esta ocasión, conversamos con cuatro psicodramatistas que trabajan con niños, y se propusieron ponerse en su lugar para dar un mensaje al mundo Vivimos un momento muy particular en el cual se vuelven a viejas maneras de resolver los conflictos que tienen que ver con la violencia, los discursos manipuladores, y por sobre todo la total desestimación de la vida humana. Los niños nos pueden aportar su visión y mensaje desde la frescura y simplicidad, hablando en representación de los cientos de miles que no tienen voz. El Psicodrama a través de la técnica de La Silla vacia nos permitió escucharlos con la colaboración de profesionales sensibles y experimentados en la infancia Los participantes hablaron acerca de cómo los niños enfrentan el miedo y la confusión al perder referencias seguras durante las guerras. Se habló del impacto de la guerra en los niños, compartiendo perspectivas sobre cómo procesan la violencia y la pérdida.Los juegos,los dibujos, las historias, los grupos de pares, en los que se hace sociodrama, los ayudan a estar presentes en el aquí y ahora y dejar de mirar el pasado. Dependen de cómo los padres leen la realidad, la guerra pone en cuestionamiento la continuidad de su referencia, tienen miedo de perder a sus padres. No solo la guerra influye en los niños en un mundo de mayor incertidumbre sino los líderes violentos que tienen mensajes autoritarios y destructivos. Se hace referencia a la película " La vida bella" de Roberto Bengini en la cual un padre protege a su hijo del horror del holocausto, a través de hacerle creer que vive otra historia y otra realidad. Se hace alusión de diversas experiencias en las cuales los padres o los educadores logran cuidar a los niños a través de espacios creativos y lúdicos incluso los mismos niños en el medio de la guerra siguen intentando juntarse y jugar a pesar de todo. La reunión incluyó una sesión de "sillas vacías" donde cada participante representó a un niño compartiendo sus experiencias y sentimientos sobre la guerra. Surge tanto el pedido de que vuelvan a compartir tiempo con ellos y puedan salir de sus preocupaciones como también niños traumatizados por la guerra, que llevan a cuestas un peso que les trae dificultad para la adaptación en sus vidas. Niños hijos de soldados, que sienten que sus padres son buenas personas, que están movilizados en relación a cómo los miran sus compañeros y a la vez como estos los pueden ayudar y comprender. Valeria proporcionó traducción entre los diferentes idiomas (inglés, italiano y español) durante toda la reunión. Margarita hizo el esfuerzo de hablar un portoñol siendo ella portuguesa. Se destaca la importancia de la comunicación multilingüe como metáfora de la conexión humana a pesar de las diferencias culturales. Torre de Babel que vivimos hoy, donde la humanidad habla distintos idiomas y no se escuchan entre sí. en esta oportunidad lo hemos logrado, solo había que tener una buena intención de lograr una buena comunicación Y así fue. Se hace referencia a una frase de Jacob Levi Moreno extraído del libro "Palabras de padre" (1920) , " Todos podemos ser bendecidos con un lugar en el universo".

 

What do CHILDREN feel in the face of WAR?
Effects and consequences of war on future generations
https://vimeo.com/1184220409
This meeting of LA SILLA VACÍA on April 17, 2026, focused on concern about the global situation of war and its impact on children. It was organized by Marcelo Choclin with four international specialists in psychodrama and education: Margarida Belchior from Portugal, Gigi Dotti from Italy, Miriam Zacaríah from Canada, and Valeria De Marchi from Italy.
On this occasion, we spoke with four psychodramatists who work with children. They proposed to put themselves in the children’s place in order to deliver a message to the world.
We are living in a very particular moment in which old ways of resolving conflicts are returning — ways that involve violence, manipulative discourses, and above all, the complete devaluation of human life. Children can offer us their vision and message from a place of freshness and simplicity, speaking on behalf of the hundreds of thousands who have no voice. Psychodrama, through the Empty Chair technique, allowed us to listen to them with the collaboration of sensitive and experienced professionals who work with childhood.
The participants spoke about how children face fear and confusion when they lose their safe points of reference during wars. They discussed the impact of war on children, sharing perspectives on how they process violence and loss. Games, drawings, stories, and peer groups — in which sociodrama takes place — help them to be present in the here and now and to stop dwelling on the past. Children depend on how their parents interpret reality. War calls into question the continuity of their references; they are afraid of losing their parents. War not only affects children in a world of greater uncertainty — so do violent leaders who send authoritarian and destructive messages.
Reference was made to the film “Life is Beautiful” (La vita è bella) by Roberto Benigni, in which a father protects his son from the horror of the Holocaust by making him believe he is living in a different story and a different reality. Various experiences were mentioned in which parents or educators manage to care for children through creative and playful spaces. Even in the midst of war, children themselves continue trying to get together and play despite everything.
The meeting included a session of “empty chairs” in which each participant represented a child, sharing their experiences and feelings about war. What emerged was both a request for adults to spend more time with them and step away from their own worries, as well as the reality of children traumatized by war who carry a heavy burden that makes it difficult for them to adapt to life. There were also children of soldiers, who feel that their parents are good people and who are mobilized by how their peers look at them — and at the same time wonder how those peers can help and understand them.
Valeria provided translation between the different languages (English, Italian, and Spanish) throughout the entire meeting. Margarida made the effort to speak in “Portuñol” (a mix of Portuguese and Spanish) as she is Portuguese. The importance of multilingual communication stood out as a metaphor for human connection despite cultural differences. We live in a modern Tower of Babel, where humanity speaks different languages and does not listen to one another. On this occasion, we succeeded — all it took was the genuine intention to achieve good communication. And so it was.
Reference was also made to a phrase by Jacob Levy Moreno, taken from his book “Words of the Father” (Palabras de padre, 1920):
“We can all be blessed with a place in the universe.”

Additional Context and Nuances
This was a reflective, multidisciplinary online gathering using psychodrama (a therapeutic and educational approach created by Jacob Levy Moreno) to explore the emotional and psychological world of children living amid war or in its shadow. The Empty Chair technique allows participants to “become” someone else (in this case, children) and voice their unspoken fears, needs, and hopes.
Key themes that emerged:
•  Loss of security — Children’s sense of safety depends heavily on stable parental figures and predictable routines, both of which war destroys.
•  Processing trauma — Play, art, storytelling, and peer sociodrama help children stay grounded in the present rather than being trapped in fear or grief.
•  Protective creativity — The reference to Life is Beautiful highlights how parents and educators sometimes use imagination and play as shields to preserve a child’s innocence and mental health in horrific circumstances.
•  Intergenerational impact — Wars do not only harm the current generation of children; they shape future adults, societies, and cycles of violence or resilience.
•  The power of listening across differences — The multilingual effort (including “Portuñol”) symbolized a small but meaningful act of human connection in a divided world.
The meeting emphasized that children, even in the midst of horror, naturally seek connection, play, and meaning — and that adults have a responsibility to create safe, creative spaces for them while also confronting the adult-driven violence that causes their suffering. 

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Dia 1 de abril! Diz que é mentira ... 🎭

Viver no presente o passado e o futuro, sonhar e desenhá-lo com o corpo, no espaço; colocar-se no lugar do outro, criar e desenvolver empatia, fazer como se ... "as if...", conhecer-se a si própria/o na relação com o Outro, com os que estão próximos e com os mais distantes, com o que nos rodeia, com a natureza de que somos parte e com o mundo social à nossa volta...
Criar espírito de grupo, com confiança e respeito, sentimento de pertença e coesão, perceber os nossos limites e os dos outros, explorar espaços de diálogo e de coconstrução de projetos, desenvolver a espontaneidade e a criatividade, perceber e transformar conflitos, formas positivas de construir a Paz ... São imensas as possibilidades que o Sociodrama abre usando o corpo, explorando o espaço e explorando a integração de várias formas de expressão e de sentir. Uma abordagem vivencial, extremamente flexível, para quem trabalha com grupos em contextos educativos, de formação, de desenvolvimento pessoal e profissional.
Celebra-se hoje, 1 de abril, o Dia do Sociodrama e o Dia do Psicodrama, o dia em que Jacob Levy Moreno ( 1889-1974), em 1921, convidou os vienenses a subir ao palco e assumirem o papel de imperador. Num palco com um trono e uma plateia cheia, sozinho. Nesse dia ninguém foi capaz de assumir esse papel. Mas foi o início de um enorme caminho de aprendizagens e de muita reflexão. O seu legado perdura até hoje.

Para saber mais: https://www.facebook.com/share/p/17U14BTvUA/